É como se eu já tivesse passado por algumas cenas que já aconteceram na minha vida, e de repente tornaram a acontecer, sem eu esperar, sem eu pensar, sem precisar, mas talvez por merecer.
Talvez por ser tão rebelde, tão orgulhosa, tão cheia de mim tantas vezes que as coisas ruins precisam me acontecer para que eu possa notar alguma lição que a vida queira me ensinar... e da mesma maneira em que eu só aprendi as coisas que eu quis aprender - na marra ou não - eu penso que tem acontecido muita confusão mental no meu cotidiano. Não da minha parte, mas é que pessoas são tão cansativas que necessitam que o negativismo chegue até mim de alguma maneira.
Sem poesias, sem rimas, sem romantismo e sem algumas doses de afeto o meu pensar e viver faz com que eu amadureça, envelheça, e bata a cabeça!
Será que eu realmente fui amiga um dia? E será que eu fiz o bem ser ver a quem?
Como eu posso acreditar no que querem que eu acredite se o que eu sinto é outra coisa, se as minhas palavras não parecem mais ter efeito-chave e essas borboletas NUNCA prestam atenção no que eu quero dizê-las? Se as dúvidas não vão embora, ninguém sana minha consciência cauterizada, e minhas respostas quase nunca consigo obter por meio de grafite de lapiseira, ou então o google adviser... nada disso passa!
Desilusão que nada, nunca percebi minha vida tão clara e nítida como o lapso acabou de me ocorrer.
Vou viver por minha conta e risco, sem precisar de ninguém, sem depender de terceiros. Por minha conta e risco.
Chega de reprises velhas, quero viver.
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