segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Pá!

Em pensar que as horas que eu durmo são horas que perco de fazer alguma coisa produtiva pra minha vida, pra minha carreira. Mas quando a gente gosta do que faz não costumamos nos preocupar se é certo ou errado. Gostamos, e pronto. Gosto de dormir, de sonhar... de imaginar coisas, e gosto mais ainda quando consigo realizá-las.
Meu ano até novembro não foi em média bem produtivo porque não fiz o que tinha planejado.
31 de dezembro de 2OO9 em alguma praia do Rio de Janeiro eu me propus a não planejar se não fosse cumprir. A não prometer, pra caso de não ficar mal vista por minha própria concepção se não exercesse os pensamentos. Só jurei ser um ser humano melhor, a tentar crescer na adversidade, me tornar mais concreta nos atos e pensamentos... e eu consegui. Posso me orgulhar de alguma atitude minha, sem ter vergonha. Sou mais ativa hoje do que fui na mesma data do ano passado, cresci muito mais, abri minha mente e vi que envelheci mentalmente uns 10 anos.

E eu erro, tenho muitos defeitos, e faço as pessoas sofrerem mesmo sem ter a intenção. Gostaria de poder ser alguém um pouco melhor vista perante as pessoas, mas eu sou assim, essa é a minha carga genética. Não tenho vergonha do que eu sou. Esse é o preço que eu vou pagar enquanto eu viver: Cativar uns e 'des'cativar outros. A vida é assim... não me importo mais com o que ela me traz de ruim. Só me importo com o que vale mesmo... me sentir viva, saber que tenho entes que prezam por mim, poder olhar pra minha Vó e saber que ela me ama... ver que minha mãe não me abandona, e que apesar de alguns percalços o meu relacionamento com o meu pai ainda existe. Respiro aliviada, mas sei que num 'amanhã' bem próximo eu vou magoá-los novamente (mesmo sem a intenção -repito)

Longe dos contos de fadas, de onde os finais acabam felizes e nem quero só ter tempos felizes... porque não os tenho sempre, de fato, mas quando eu tenho sei que são momentos meus e no meu tempo 'definitivo' que mesmo que passe, não vai embora. Graças a mim!
Graças a Deus por me permitir viver e lembrar.

Sou inadequavel, do tipo que não se molda a nada, só me moldo no que eu quero e preciso conforme a minha necessidade. Uma forma de egoísmo social para prosseguir desencanadamente.
Vivo assim, a todo o vapor. Sem medo de parar, sem medo de errar, sem medo de arriscar.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Aquilo e mais um pouco

É confuso porque algumas vezes meu caráter se julga pelos meus links... se tenho tudo da web que está super em alta, todos os meios de comunicação que servem como entretenimento e um estilo de vida. Pois bem, sei que viver a minha vida é bem melhor, e não é porque não digo muitas coisas algumas vezes que deixo de senti-las. Sentir em silêncio é uma espécie de auto-flagelação e eu penso que - antes eu me fazendo sofrer do que dar a alguém a mesma liberdade-.
Expus ignorantemente e pela ignorância tornei a cair quando falei o que sentia a algumas pessoas, e apesar de saber que algumas coisas ficam melhores quando não ditas, ficam bem piores quando nos corroem mentalmente. Já falei muito, hoje em dia não falo o mesmo tanto... busquei no meu canto alguma forma de poder ser feliz sem depender de ninguém, e de fato encontrei. Em mim tenho a felicidade que preciso, que busco, felicidade essa que muitas vezes magoa pessoas ao meu redor, como se fosse uma espécie de "troca de dores".
Me magoam e porque não fazer o mesmo, só que sem cansar, sem ofender... apenas deixando pra lá o que eu realmente não quero mais saber. Com o pé no chão e a mente firmada em nada mais do que ser eu mesma. Com os custos, créditos, prejuízos e todas as "ações e reações" que me forem permitida. Se o que eu sou não significa, então fique longe, pois eu sou muito mulher de seguir com a minha vida sem precisar de ninguém pra NADA. Apenas de Deus para respirar, da minha mãe pra me amar incondicionalmente apesar dos meus erros.
Bom, a cada dia me convenço de que não me importo com a vida social das pessoas, apesar de ser meu trabalho clica-las. Não quero saber se elas passam a semana de uma forma, e quando chega no dia da balada toda uma produção para tentar amenizar algumas dores gritantes. Ficam por trás de tudo o que tem para serem ou acharem que são melhores do que muitas pessoas. Eu posso não ter muito, mas reconheço o que tenho, sou humilde e agradeço o Mais Elevado por tantas bençãos em meio às turbulências. Minhas adversidades eu curo com discernimento e confesso que bato insistentemente em algumas teclas pra resolver alguns assuntos que, por sua vez são meus e só.
Aquela velha história de que expectativa gera frustração é real e eu vivo isso. Se não espero, não sofro. Nem em silêncio e nem gritantemente... o que tiver que vir pra mim, virá na medida das minhas necessidades, sem pressa... só tenho pressa de ser feliz!
E agora é a hora. A minha hora.

Vrrrrrroooommm .. Acelera! Vem felicidade! Fica comigo.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

De novo e sempre

Como se voltar para a mesma caixa branca sem caracteres de sempre agora fosse parecer completa perante tantas vogais e consoantes misturadas, formando palavras, opiniões, sentimentos, atos e criando forças. Forças pra gritar e sair do zero, para começar algo novo... nem que seja para terminar o velho. Mas não há nada do passado que eu queira reviver agora... o meu presente está sendo escrito com a minha história, com a formação do meu caráter e com o descarte daquilo que pra mim não importa. O que eu chorei já passou... o que eu sofri já foi esquecido. Está no passado e JAZ!
O que eu sei sobre o agora é que gosto de vivê-lo, de sentir pedacinhos do dia que nasce e o sol que a tarde da primavera me traz, me proporciona, me presenteia... me emociona! Depois de tantos tropeços agora sinto a linear entre o meu desequilíbrio mental e os velhos pensamentos incoerentes.
A mesma Isabelle, porém vivências mais consistentes, firmeza no pensamento e no equilíbrio do passo, pro caminho que eu percorro, rumo ao desconhecido. Desbravando contos, histórias, dividindo ilusões com os meus segredos... que só eu sei. Eu estava lá nas vezes que aconteceu!
Por mais que queira mais, tenho sede do infinito, e quero tudo o que eu puder ter pra mim... sem dividir. Só aceito dividir sorrisos!

Muitos suspiros... I'm loving.
E farei essa história acontecer.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

É isso tudo que devemos preservar.

Considerar as falhas uma espécie de dor itinerante é o gole de esperança que eu precisava tomar... eu sabia que as crises seriam mais amenas se eu dividisse o fardo, e de fato está sendo, o que me traz um certo alívio. Não preciso ter reinos e servos para ser feliz, inveja é uma palavra que jamais vai caber na minha personalidade e minha felicidade é constante mesmo nas adversidades, mesmo quando caio, sei que me levantarei, pois tenho fé no meu destino!
Tenho a convicção que só lutando e apanhando eu vou conseguir dar a volta e ganhar o jogo da vida... e quero poder chegar a ser mensageira da felicidade. E a minha vida será prova das minhas palavras, e as minhas atitudes de acordo com aquilo que eu quero, ou paz, ou guerra por paz.
De vários amores, de todas as cores, de vários tamanhos, de vários sabores. Felicidade na estica, na instiga... sou eu por mim e já era.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sem título

Como se eu precisasse de uma razão pra viver, como se eu tivesse a sede de ter pessoas me rodeando. Como se só a minha vida não me bastasse, como se eu confiasse em alguém e a confiança fora quebrada.
É como se eu já tivesse passado por algumas cenas que já aconteceram na minha vida, e de repente tornaram a acontecer, sem eu esperar, sem eu pensar, sem precisar, mas talvez por merecer.
Talvez por ser tão rebelde, tão orgulhosa, tão cheia de mim tantas vezes que as coisas ruins precisam me acontecer para que eu possa notar alguma lição que a vida queira me ensinar... e da mesma maneira em que eu só aprendi as coisas que eu quis aprender - na marra ou não - eu penso que tem acontecido muita confusão mental no meu cotidiano. Não da minha parte, mas é que pessoas são tão cansativas que necessitam que o negativismo chegue até mim de alguma maneira.
Sem poesias, sem rimas, sem romantismo e sem algumas doses de afeto o meu pensar e viver faz com que eu amadureça, envelheça, e bata a cabeça!
Será que eu realmente fui amiga um dia? E será que eu fiz o bem ser ver a quem?
Como eu posso acreditar no que querem que eu acredite se o que eu sinto é outra coisa, se as minhas palavras não parecem mais ter efeito-chave e essas borboletas NUNCA prestam atenção no que eu quero dizê-las? Se as dúvidas não vão embora, ninguém sana minha consciência cauterizada, e minhas respostas quase nunca consigo obter por meio de grafite de lapiseira, ou então o google adviser... nada disso passa!
Desilusão que nada, nunca percebi minha vida tão clara e nítida como o lapso acabou de me ocorrer.
Vou viver por minha conta e risco, sem precisar de ninguém, sem depender de terceiros. Por minha conta e risco.


Chega de reprises velhas, quero viver.

domingo, 8 de agosto de 2010


Mantendo o foco, buscando a fé, a renovação, a paz que falta em todas as almas e parece ter se despedido da minha. Minha esperança foge daquilo que é comum, criei em mim uma espécie de força vital que me faz caminhar sem sofrer tanto as perdas, sem tantos abalos e choques cotidianos...

Pés que têm caminhado lentamente, sem algum rumo ou vontade de caminhar. Tantos "issos" e sufixos que me perco em meio aos altos pensamentos, e em linhas tortas escrevo a minha vida. Estranho, quanto mais me afasto de tudo, mais o mundo corre atrás de mim e quando vou me dar conta do que realmente pretendo sofro uma espécie de auto realidade corroente que me derruba no chão e me faz repensar valores escalativos de 0 a 10 pra minha vida.
Minhas coisas já não tem tanto valor emocional e ética já não me faz a cabeça.
Sou um alguém amargurado porque deixo o nada me corroer, me corromper e algumas vezes deixo ganhar da minha esperança e fé no futuro.
Nascimentos, falecimentos, as constantes conjugações dos verbos ir e vir se aplicando em entes queridos e abalando a estabilidade individual, fazendo com que minha cicatriz doa e minha revolta paire no meu viver.
Confusa, distante, terrível.
Disponibilidade pra cometer loucuras em breve.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

01:59 quase 2:00

Como se metade da injeção de adrenalina fosse me concedida em alguma espécie de dádiva natural que todos temos e ninguém nota. Geralmente passa tão sem brilho e vida que quase nem faz diferença se não mudar. Preocupações, angústias e incoerências me atordoam, mas é pouco pra me fazer parar!
O bem invade, toma conta e domina os pensamentos, e as aflições parecem menores perante a minha coragem de me vencer e superar minhas falhas... na minha realidade e ao meu redor, tudo o que me diz respeito ocorre conforme o meu for, se foge disso eu já me inquieto e perco o passo, o laço, o ato.

Quero impor o meu valor, meu coração é todo amor... com sal ou sem sabor. Faz parte do apetite, explode feito dinamite... me solidifica, fortalece, refaz a mente e o compasso já é arritmado. Não sou indefesa, talvez seja imatura.
Pudera, tenho 19 anos e ainda espero o leite pela manhã sendo trazido pelos meus pais, nunca passei muito tempo sozinha sem o auxilio de um maior e namorado realmente nunca foi meu forte! Homens mentem, por isso acho que todos são incapazes de relacionar-se com bichos ferozes da nossa espécie: logo me fizeram crer que sou bem melhor, não superior, mas independente de ser movida a sentimento e emoção. Recuso obter qualquer tipo de progesterona em dose duplicada. As vezes acho que ser mulher é complicado... mas seria pior se tivesse nascido homem.

Surpresas, borboletas estomacais, sorrisos e paixões... fases da vida feminina em que pareço ter feito parte de outro mundo, um universo bem diferente - não distante - do meu solo fértil. Sou uma quase monstro, ogra, torta... sem noção ao extremo. Faço parte de tudo aquilo que no grupo é considerado como alguma coisa relativamente não tão boa se comparada a realidade e tipos certos...
Tenho um jeito tão OUTSIDE que chego a assustar... e quero que o cú de quem tá assustado pegue fogo, porque eu realmente sou mais e muito mais eu! Sede de viver e ser feliz sem precisar de secundários para tal. Em paz com a minha mente, e seguindo vou em frente.


Estou em paz.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Wasting or wining some time

Procurando imagens a postar... alguma que me ajude a tirar o peso do silêncio, que me ajude a definir melhor o meu ponto de vista sobre o que eu pretendo decorrer. Coloco no play aquilo que alguém do outro lado e de alguma forma saberia que tocaria alguém como eu, em um dia justamente como esse. Pensamentos vem e vão mas eu não posso me livrar do meu tormento!
Um chocolate, talvez dois ou três... goles de coca-cola.
O que me espanta não é o fato de não ter um futuro planejado, porque eu realmente não me importo quanto a isso, mas a maneira em que eu consigo na prática resolver meus problemas, diferente da matemática, que sempre me paralisou e deixou-me até então e tantas vezes estática, perplexa, e cauterizou a minha mente... errando ou não eu não acho mais que desenvolver meu raciocínio lógico seja bom pra mim - se há alguém aqui que gosta, que me desculpe... mas eu realmente não sento na mesa da apologia à concentração -
Não cresci me acostumando com a presença de uma outra pessoa do sexo oposto e ser tão desencanada em relação a vida muitas vezes me prejudica... mas a gente nasce assim, é difícil mudar.
As vezes acredito que até valha a pena tentar mudar no que não me faz bem, para aquilo que poderia me fazer melhor, só que nasci no século passado, e além de antiquada sou orgulhosa... não acho que me anular para a modificação qualquer que seja ela vá me trazer algum tipo de beneficiência. A verdade é que eu não quero mudar. Eu quero apenas evoluir... ser um bom ser humano, usar o dom que Deus me deu independente de qual seja ele, preciso e vou descobrir. Quero fazer o bem de alguma maneira, depois eu penso se fazer o bem pode ser aplicado em abaixar minha crista pra fazer alguém feliz... deixar que a minha vontade não seja feita.
Tenho algumas outras prioridades... mas confesso que estou impaciente (não sei se seria essa a palavra) por esperar alguns resultados e outrora não obtê-los. Ter a convicção de que eu nem sempre vou ter tudo o que quero, apesar de muitas vezes conseguir.
Um jogo perdido... mas não a guerra. Passa, tempo.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Sinais visíveis para o retorno a realidade


Recuperando atividade cerebral, sinais vitais estáveis.
Desde segunda-feira dessa mesma semana o meu corpo têm passado por uma turbulência emocional, e os órgãos não conseguem se enganar, fazendo com que mesmo raramente, eu me sinta horrível. Geralmente eu não caio, mas acontece uma vez ou outra. Nem sei porque sou forte, deve ter sido transmitido pra mim por osmoze, por bençãos, aperfeiçoamento celestial, menos por merecimento. Não faço as coisas direito e normalmente bato cabeça por aí. Sofro a toa e disperdíço minhas lindas horas com pessoas inúteis (ou no mínimo, cansativas). E fazer tudo isso além de me cansar, me adoentou pela primeira vez em muitos anos.

Sinal de que preciso mudar meu rumo, minhas palavras, meus pensamentos. Talvez mudar não seja a palavra certa, mas repensar meus valores é exatamente o que eu vou fazer. No final das contas ninguém vai sofrer por você, ninguém vai se importar tanto a ponto de pararem suas vidas e correrem atrás de outros interesses.
Oportunidades melhores acabam de surgir e acho que agora é a hora pela milésima vez de andar na contramão das minhas vontades. Quero ir por aqui? Vou por ali!
Idade nova chegando, coisas a descobrir, sentimentos a florescer, amizades a nascer, elocubrar, transmitir, positivar e tentar ao máximo não negativar. Coisas saudáveis trazem pureza para os corações cansados.
O sol permanecerá lindo e intacto apenas me esperando para o abraçar com toda a minha vontade de bronzeamento intelectual.

Fase de mudança na minha vida, e toda a FÉ e confiança em CRISTO JESUS para me guiar nos caminhos de vida e sabedoria. Com discernimento e boa vontade!
Apetite voraz em viver e ser feliz, graças a Deus. Sagacidade de um animal feroz... e inteligente! Disposição para amar o próximo e ajudar na missão que me foi designada pelo Príncipe dos Príncipes!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Tristeza nunca me inspirou. E além do mais me tira a criatividade, linha de raciocínio. Quase me faz perder amigos por ciúmes, falar coisas que não são necessárias e me faz sentir saudade do jeito que as pessoas foram um dia comigo.

sábado, 29 de maio de 2010

Sussego inspirador.

É, daqueles em que a gente acorda dizendo pra nossa mente que hoje vai ser o dia em que vai sair um puta texto. Então levanto, vou direto pra copa onde se encontra minha família, sento na cadeira ainda meio desacordada e coço meus cabelos... pensando em como montar ou criar um texto legal pra impressionar. Mas ninguém me pergunta se eu dormi bem... ninguém quer saber realmente o que eu penso - pode ser que na verdade saibam que o que eu penso vai de certo, na contramão do mundo inteiro, pensamentos e sociedade. Sabem lá no fundo que é perigoso me dar a atenção que eu quero-preciso-mereço, por ser revolucionária demais... e os revolucionários causam um certo desconforto pro mundo. - Então crio uma certa expectativa sobre mim, talvez imaginando o que mais serei capaz de expressar, de sentimento pra palavra, de ação pra proceder... e é aí que percebo que minhas expectativas estão indo pelo ralo.
Eu mesma me engano. Eu estou só... e nessa caminhada eu tropeço nos buracos, muitas vezes caio e me machuco... e não tenho a quem recorrer.
Queria poder ter a certeza de que minha presença é vital pra alguém... pra algum amigo, algum irmão, talvez pra minha cachorra da frente ou do quintal. Pra alguma amiga que mora longe ou que há tempos não converso ou vejo, mas ninguém é vital... ninguém é insubstituível. O ser humano tem a tendência de trocar pessoas por objetos ou prioridades, e não adianta culpar alguém, pois muitas vezes vejo que também sou assim, ora sou pior, outra quem sabe melhor.

Acho que eu estou meio carente, meio sensível... talvez mais humana. Mais propensa a ouvir minhas falhas e quem sabe corrigir meus passos. Mas alguns laços não desatam, e o que eu posso fazer? Gostaria de poder ser um orgulho pros meus pais, uma amiga mais presente e menos errante... menos inconstante, mais intensa.
Lamento por muitas vezes querer que as coisas sejam apenas do meu jeito, mas elas nunca são, e mesmo assim eu continuo querendo. E mais uma vez me vejo sozinha, reclamando meus sentimentos para um blog que uma meia dúzia de alguém que quer perder uns 3 minutos acabam lendo... mas nada muda. Nunca muda!!!

E num sábado meio quente ou frio, saio com algum rumo e por ironia do destino acabo indo pra outro canto, encontro alguns amigos meio que inesperadamente, digo um oi meio tímido - daqueles que não quero que seja apenas um oi... mas que naquele singelo oi possa ser explicado quanta saudade coube no meio do tempo em que não os vi - e daí tiro o restante dos parágrafos chave que inspiram minhas redações... onde fazem meus temas virem livres... coloridos, estáticos, felizes e POR SI SÓ especiais.
No tempo certo de dois minutos eu descubro o final do meu texto, o final dos meus dias, da minha noite... eu sei que vou sentir saudade de novo, e que muitas coisas não vão mudar por mais que eu queira, mas a guerra nunca acaba porque um lado pede arrego...
e diferente de alguém que desiste, eu não vou entregar meus pontos, porque minhas histórias só vão ter um fim quando eu quiser.

E esse não é um fim, é mais um novo começo de era. De gente fina, elegante e sincera. E quem sabe de surpreendentes novos caminhos a serem descobertos? Pedacinho por pedacinho.
Assim eu vou fazendo o meu caminho, você vai fazendo o seu. E reunidos contaremos nossas experiências, as que doem, as que nos dão prazer, as que nos satisfazem, as que nos entristecem, as que nenhum vai ter apoio do outro. Sentados na mesa de um bar, na do restaurante, na cadeira do cinema, da escola, da praça... do velório se for preciso.

Hoje alguma coisa mudou, desesperadamente alguém quer dar um grito de felicidade ao mundo: PORRA, ISSO REALMENTE ACONTECEU? QUE DAHORA!
Eu não dei esse grito, e não estou dando nesse momento, mas minha alma e meu coração sente que de algum lugar esse grito ecoa até meu sentimento, fazendo meu coração bater forte e com pulsadas de adrenalina... e estranhamente não sei de onde vem, mas ele não me faz sentir coisas ruins... ele me mostra que alguém deu um grande passo na experiência de vida pessoal.
Com calma eu continuo seguindo os meus caminhos, olhando pra trás eu vejo uma sombra, como se fosse alguém vindo em minha direção, mas não vejo a forma física. Apenas a sinto, pra ser mais exata.
E sem saber o que é, eu a saúdo, e estou a espera de que chegue até mim. Seja lá o que for eu não vou temer, baterei de frente com o que for, da maneira que for. Alegria ou tristeza, eu estou aqui e não vou cair!!!

Uma parte de mim quer que tudo isso se dane! E a outra metade se sente triste por ter um outro lado indiferente. Em qual hemisfério meu coração se encontra nesse momento ninguém pode dizer. Só consigo sentir!

sábado, 15 de maio de 2010

A hora certa ninguém sabe.

Ninguém sabe quando vai precisar dizer tchau sem esperar rever o ente querido, ou ninguém avisou que as pessoas não viriam com manual, se o indivíduo quer, ele tem que conquistar. E uma verdade seja dita, já que respeito a gente sabe que se luta pra ter. Consideração, carinho, afeto e amor e saudade vem junto no pacotinho.
Para se ter alguém precisa muito mais do que ter bons momentos juntos... e é na hora da aflição que a gente sabe se conquistou ou não. Ainda bem que eu conquistei e viverei mais em paz por isso.
Alguém se foi... alguém que teve uma linda passagem pela vida, alguém que brilhou muito antes e com certeza irá continuar brilhando VIVO nas minhas lembranças, alguém que me considerou e teve a minha consideração da forma mais recíproca possível.
Jonatas Luiz Amadeu Martins, esteja em paz!
Mas não tive tempo de me despedir, e isso dói. Assim como eu sei que ainda vou perder muitas despedidas, prefiro pensar que vou fazer minha parte enquanto há vida, enquanto há tempo... para que a minha consciência se alivie quando chegar a hora da partida. Acho que pela minha primeira vez eu fiz a minha parte... e de certa forma me sinto melhor por isso.
E vou vivendo de forma que quando chegar a hora de dizerem tchau para mim, as pessoas tenham ótimas lembranças e lembrem de mim do jeito que estou agora.
Vivo para fazer o bem.


O sentimento é de grande perda... e eu diferentemente da nação humana, não lido bem com perdas, não me inspiro nem me torno alguém melhor para escrever. Portanto, é isso.

sábado, 8 de maio de 2010

Um, dois, três. No quarto eu paro.

Mais uma dose de alegria... e ter alegria é um dos sentimentos/fatos/atos mais concretizados e honrados, diga-se de passagem que já ouvi falar pela galáxia.
Naquela tarde ensolarada, em uma outra cidade um tanto quanto longe da minha casa, ouço tantos barulhos que chego a me perguntar porque a vida é tantas vezes tão cansativa. Me questiono qual seria a esperança de tantas pessoas que tem vivido justamente por viver, como podem ser tão menos felizes que eu?
Nessa escala de querer saber quem é ou não feliz, decido ser feliz mesmo quando sei que não conseguirei, porque eu tenho uma esperança, eu sei que mesmo quando meu copo de alegria estiver pela metade, ainda sim ele não estará completamente vazio, e a diferença entre a metade cheia e a metade vazia não é muita, basta apenas saber observar e notar que a diferença é o fato de ainda ter goles dentro, mesmo que seja pouco. E eu vou bebendo os goles que a vida me dá, de aprendizado, tranquilidade, felicidade e alegria (que mesmo que pareçam ser iguais, não são).

Naquele momento eu quis voltar pra casa, e voltei correndo, contando os segundos pra deitar na minha cama e saber que tenho quem cuide de mim, quem me ame e quem não vai me abandonar... e quanto mais eu cresço e tenho vontade de ir embora, mais penso quando vai ser o tempo em que eu terei a mesma vontade de voltar, só peço que não seja tarde e que meu espaço ainda esteja vago me esperando para o completar. E dei o terceiro gole de alegria, que foi saber que no mesmo instante em que eu tive vontade de voltar pro meu canto, só bastava eu subir os degraus e me assentar na cadeira enumerada e esperar a volta.

Correria, stress, trabalho, falta de dinheiro e o tanto de preocupações acumuladas é o que fazem as pessoas enxergar o copo vazio e absolutamente sem gosto e nem cor. Calma. Ainda há vida, há chances pra lutar. Só é preciso parar de fazer planos e começar a concretizá-los... sonhos vem e sonhos vão... e o que fazer talvez eu não saiba, mas mesmo não sabendo ainda prefiro lutar.
Porque se a vida não é do jeito que eu quero, eu faço ser... eu faço acontecer!
Eu vivo, e bem ou mal, eu quero mais um gole de alegria, estou com sede de viver, de vivência e experiência... um, dois, três. No quarto eu paro. Na cama eu deito... e só vou acordar amanhã!

domingo, 2 de maio de 2010

Fazendo as pazes com a minha alma.

Depois de tantos desencontros, de tantas idas sem vindas, depois de ter batido tanto a cabeça que quase cheguei a perder a fé no mundo, levei um levanta-sacode-a-poeira-dá-a-volta-por-cima que me fez re-acordar pra vida, pra minha essência e praquilo que outrora fui. Não que eu tenha deixado de ser, mas que muito provavelmente tenha andado rápido demais e esquecido de levar comigo... passos acelerados nos causam danos ofensivos à saúde, ao coração, à mente e a alma.
Agradeço ao Mais Elevado por ele não deixar minha alma ir tão longe que não pudesse voltar, e me fazer abrir os olhos e ver que nunca é tarde demais.

Acordei num sábado mais ou menos, sem ter feito o que me era de costume, que era ir a igreja... não fui porque na sexta-feira não tinha ido dormir de bem com o mundo. Mas mais uma vez eu agradeço por ter a chance de consertar as coisas, e apesar de não ter acordado de manhã, logo após o almoço deu tempo de dar o nó cego, sabe, aqueles quase impossíveis de serem desatados? Ainda bem que isso existe.
E decidida a fazer o certo de uma vez por todas o que eu preciso fazer... elevar minha mente e dispensar o que eu não preciso comigo.

Eu não sei até onde o meu entendimento vai... não sei até onde meu cérebro será capaz de explicar o que eu penso ou sinto, e tudo o que eu peço é um pouco mais de paciência pra vida... ainda estou me acostumando com os detalhes maiores que é preciso ter quando se é gente grande.
Respiro bem mais aliviada agora tendo a certeza de que o que é realmente meu, não pode ser considerada a possibilidade de ser tirado de mim, e se foi por algum erro meu, ou descuido, que sirva de lição correr atrás pra pegar de volta. E que não se repita... né? NÉ DONA ISABELLE? Pára de ser teimosa e viva a sua vida de forma mais amena... será feliz do mesmo jeito ou até mais.


Cresci. Demais. Agora é a hora.
De bem com o mundo. Fé em Deus.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Good bye my almost lover

Incrível como a sensação de pensar na vida vem tão mais a tona quando tomo alguns goles de cafeína. Mas não aquela cafeína que se tem com muito gás como por exemplo em um refrigerante, bem mais específico quando se toma um cappuccino com chantilly. Um gesto tão simples, e que faz tanta diferença.
Me faz repensar valores éticos, morais, espirituais, que talvez seja errado, ou talvez seja certo, mas cafeína é especial. Pelo menos quando se tem a família por perto repitindo o mesmo gesto. Pode ser que nem seja a cafeína, ou o ar condicionado ambiente do local, há a possibilidade e quase certeza - e eu não descarto - da tristeza de mais uma despedida.
"Pai, porque a vida é assim? Se no meu coração não tem sentimento, porque quando alguém que eu gosto me diz tchau, dói?"
" Filha, as vezes a vida é injusta... mas não ache que será sempre assim, tá? Agora pega o chocolate que você tanto queria!"

É engraçado o modo que o mundo se move. Pessoas se conhecem, se apegam e se despedem, e vezes que nem despedida tem - e é bem pior quando isso acontece - e eu fico tão chateada em perceber que o mundo é assim. É do jeito e da vontade de Deus, mas poxa, será que alguma vez vai ser do jeito que eu quero? Será que pelo menos uma vez na vida eu não encontre a manicure perfeita? Já que homem perfeito não existe mesmo. E tudo o que é perfeito pode estar em qualquer lugar menos na TERRA. Onde seres humanos e estúpidos habitam e magoam os coraçõezinhos das "Misses Independents".
Daquelas que se acham autosuficiente e muitas vezes são muito mais que isso, não precisam de ninguém porque trabalham, estudam, correm atrás... ou não fazem nada disso e se acham independentes (que é o meu caso) mesmo assim. Ser independente no meu conceito não é pagar suas próprias contas, mas é conseguir viver de acordo com as suas vontades e não chorar com despedidas.

Sim, se despedidas existem, eu tenho que me conformar com isso, certo? Errado. Despedidas existem e vão doer cada vez que acontecerem. Você terá levado tempos a se acostumar com aquilo ou aquela pessoa, e algum dia, cedo ou tarde essa pessoa vai embora. Pra sempre, por insegurança, por covardia sua ou dela. Se essa pessoa for bem covarde, ela vai colocar toda a culpa nela e te isentar disso, já que ela te conhece e sabe que você pode chorar litros, engordar muito ou se revoltar contra o mundo... mas se ela for um ser humano digno dos seus sorrisos mais sinceros, das suas ligações desesperadas só pra ouvir um "oi, pensei em você agora e resolvi te ligar" ela vai te dizer que errou e que a hora de ir chegou, por isso nada do que você diga, ou tente convencê-la vai dar certo. Pra ela ter tido a vontade de ir embora foi porque alguma coisa não deu certo no ínicio, no meio ou no final. Ela pode ter considerado a possibilidade de nunca ter sentido algo real mesmo por você, como alegará que você sente por ela. Meus caros, nos resta, a conformidade. Adeus foi inventado pra ser dito como plano B pra algum desesperado.

Mas pode ser que você seja a pessoa mais sortuda do mundo, e se você for mesmo erga as mãos ao alto e agradeça o Mais Elevado, porque sim, você é uma EXCEÇÃO.
Se você for como eu, lamente, porque o universo conspira contra! O passarinho pode ter uma extensão de 293802983901 km, ele vai cagar justo em cima do MEU ombro! O babaca do cara que eu gosto, poderia falar tchau pro papagaio dele, pro vício do cigarro, para aquela ex dele, biscatiiiiinha que só, mas não, ele vai falar tchau justo pra MIM!

Então quer saber?
Whatever!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Fighting for your soul.

Comendo coisas engordativas em meio às palavras cansadas e de alguma forma repetidas, ela sente que o futuro, além de próximo estar, pode quem sabe melhorar... se depender dela, irá. Porque ela sabe que tem que lutar para as coisas acontecerem, pra ela pelo menos ser fortalecida em busca daquilo que ela tanto procura.
Ele então sem pensar muito no que isso causaria, assume que o que tiveram não passara de uma mera diversão, dessas totalmente descartáveis, fazendo com que a mente e o coração dela se despedacem pela quadragésima vez. Mas pudera, ela nunca tivera o levado a sério. Para ela, ele foi muito mais diversão... porque a ela faz bem fazer planos e pensar que 'homens' são sinais de força afetiva. São, e poderia usá-lo quantas vezes quisesse, e requisesse... Ela até poderia investir um pouco mais e fazê-lo se apaixonar perdidamente como já fez algumas vezes nessa transloucada vida, porém ele não é merecedor.
Ela dentre os defeitos, tem milhares e incontáveis qualidades que só se vê se escavar! E tem muita mutreta por trás disso, ela não é tão fofa quanto se percebe... aliás, ela pode ser tudo, menos fofa.

- Pode ir, mas vá mesmo, e não volte mais, mesmo quando souber ao certo quem sou eu e tudo o que você acabou de perder.

E de alguma maneira meio rotina ela o deleta, esquece os bons pensamentos que a ele emanava, e já tem algum outro contato divertido em mente para passar o final de semana friorento. Incrível, mas ela como ninguém tem mais que um certo poder de persuadir. Consegue até ME convencer. Pudera, de onde foi que saiu tanta habilidade verbal?
Aparentemente ela é louca, fala alto demais, tem coisas a contar, mas... como pode? Seria ela a última pessoa em que eu pensaria ser quase tão malvada quanto meu subconsciente.
Acaso, destino, mera coicidência, astrologia, ou qualquer outra coisa que a sociedade impõe a fim de nos responder perguntas sem respostas, parece tão pequeno quando se comparado ao sorriso que ela tem... é MAGNÂNIMO!
Com o coração em uma bandeja, ela quer que alguém a entenda... mas pra que? Ela não precisa disso. Antes de tudo e qualquer pessoa, ela tem amor próprio!

E enquanto isso? Luta pela sua alma. Entre o céu e a terra, posto que sua vida tem uma missão que só se é cumprida quando alguém chega dizendo oi... ou volta dizendo tchau pra sempre.

sábado, 3 de abril de 2010

Necessário esperado recomeço

Sentada no banco da estação esperando o próximo trem chegar, ela olha no relógio impaciente e passa a música que toca em seus ouvidos. Mastiga com força umas três vezes o chiclete antes de fazer uma bola e estourar e se pergunta quanto tempo que o tempo ainda vai demorar pra virar. A hora então passa e ela promete a si que mudará suas táticas e estratégias de jogo e vida, vida e jogo.
Desenha no ar suas prioridades e as refaz a cada instante em que vê que tudo é importante da mesma maneira, como se todas as suas energias estivessem sendo carregadas no tópico 1º. Então o trem chega e a apanha para levá-la algumas estações a frente, enquanto no mesmo se encontram almas solitárias, preocupadas com suas contas a pagar, outras tantas pessoas lendo seus jornais, seus livros e tentando encaminhar suas vidas para o rumo de qual saíram predestinadas a tentar mais uma vez, por mais um dia.
16h marcam no ponteiro da estação, o sol de meio-dia quase acabando, mas ainda é fácil sentir o calor senegal que corrói o seu couro cabeludo e a preocupa mais do que o necessário... então ela espera o momento certo de cair pra poder se levantar.
Contadas as 7 estações que teve que passar, ela então sai do trem rumo ao único lugar em que a paz realmente lhe alcança: seu quarto, seu canto, seu manto, seu pranto. Lá ela pinta e borda os segredos triviais de sua mente tantas e outras vezes assustadora. Repassa o esmalte surrado e deita na cama com o suor do dia todo, das pelejas internas que travou consigo mesma.
Espera encarecidamente por alguém que consiga ler sua alma num piscar de olhos e resolva seu problema de carência afetiva em sol, fa, si e ré menor... sem pedir pedágios ou cobrar honorários. Ela sabe que só conseguirá se tiver a calma necessária, um recomeço nunca é fácil, mas é preciso. Tão preciso e exato quanto expirar e inspirar. E transbordar e transparecer, pra rejuvenescer ou quem sabe não envelhecer. Para fazer com que as horas passem mais devagar e façam algum sentido.