segunda-feira, 13 de setembro de 2010

É isso tudo que devemos preservar.

Considerar as falhas uma espécie de dor itinerante é o gole de esperança que eu precisava tomar... eu sabia que as crises seriam mais amenas se eu dividisse o fardo, e de fato está sendo, o que me traz um certo alívio. Não preciso ter reinos e servos para ser feliz, inveja é uma palavra que jamais vai caber na minha personalidade e minha felicidade é constante mesmo nas adversidades, mesmo quando caio, sei que me levantarei, pois tenho fé no meu destino!
Tenho a convicção que só lutando e apanhando eu vou conseguir dar a volta e ganhar o jogo da vida... e quero poder chegar a ser mensageira da felicidade. E a minha vida será prova das minhas palavras, e as minhas atitudes de acordo com aquilo que eu quero, ou paz, ou guerra por paz.
De vários amores, de todas as cores, de vários tamanhos, de vários sabores. Felicidade na estica, na instiga... sou eu por mim e já era.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sem título

Como se eu precisasse de uma razão pra viver, como se eu tivesse a sede de ter pessoas me rodeando. Como se só a minha vida não me bastasse, como se eu confiasse em alguém e a confiança fora quebrada.
É como se eu já tivesse passado por algumas cenas que já aconteceram na minha vida, e de repente tornaram a acontecer, sem eu esperar, sem eu pensar, sem precisar, mas talvez por merecer.
Talvez por ser tão rebelde, tão orgulhosa, tão cheia de mim tantas vezes que as coisas ruins precisam me acontecer para que eu possa notar alguma lição que a vida queira me ensinar... e da mesma maneira em que eu só aprendi as coisas que eu quis aprender - na marra ou não - eu penso que tem acontecido muita confusão mental no meu cotidiano. Não da minha parte, mas é que pessoas são tão cansativas que necessitam que o negativismo chegue até mim de alguma maneira.
Sem poesias, sem rimas, sem romantismo e sem algumas doses de afeto o meu pensar e viver faz com que eu amadureça, envelheça, e bata a cabeça!
Será que eu realmente fui amiga um dia? E será que eu fiz o bem ser ver a quem?
Como eu posso acreditar no que querem que eu acredite se o que eu sinto é outra coisa, se as minhas palavras não parecem mais ter efeito-chave e essas borboletas NUNCA prestam atenção no que eu quero dizê-las? Se as dúvidas não vão embora, ninguém sana minha consciência cauterizada, e minhas respostas quase nunca consigo obter por meio de grafite de lapiseira, ou então o google adviser... nada disso passa!
Desilusão que nada, nunca percebi minha vida tão clara e nítida como o lapso acabou de me ocorrer.
Vou viver por minha conta e risco, sem precisar de ninguém, sem depender de terceiros. Por minha conta e risco.


Chega de reprises velhas, quero viver.