segunda-feira, 12 de julho de 2010

01:59 quase 2:00

Como se metade da injeção de adrenalina fosse me concedida em alguma espécie de dádiva natural que todos temos e ninguém nota. Geralmente passa tão sem brilho e vida que quase nem faz diferença se não mudar. Preocupações, angústias e incoerências me atordoam, mas é pouco pra me fazer parar!
O bem invade, toma conta e domina os pensamentos, e as aflições parecem menores perante a minha coragem de me vencer e superar minhas falhas... na minha realidade e ao meu redor, tudo o que me diz respeito ocorre conforme o meu for, se foge disso eu já me inquieto e perco o passo, o laço, o ato.

Quero impor o meu valor, meu coração é todo amor... com sal ou sem sabor. Faz parte do apetite, explode feito dinamite... me solidifica, fortalece, refaz a mente e o compasso já é arritmado. Não sou indefesa, talvez seja imatura.
Pudera, tenho 19 anos e ainda espero o leite pela manhã sendo trazido pelos meus pais, nunca passei muito tempo sozinha sem o auxilio de um maior e namorado realmente nunca foi meu forte! Homens mentem, por isso acho que todos são incapazes de relacionar-se com bichos ferozes da nossa espécie: logo me fizeram crer que sou bem melhor, não superior, mas independente de ser movida a sentimento e emoção. Recuso obter qualquer tipo de progesterona em dose duplicada. As vezes acho que ser mulher é complicado... mas seria pior se tivesse nascido homem.

Surpresas, borboletas estomacais, sorrisos e paixões... fases da vida feminina em que pareço ter feito parte de outro mundo, um universo bem diferente - não distante - do meu solo fértil. Sou uma quase monstro, ogra, torta... sem noção ao extremo. Faço parte de tudo aquilo que no grupo é considerado como alguma coisa relativamente não tão boa se comparada a realidade e tipos certos...
Tenho um jeito tão OUTSIDE que chego a assustar... e quero que o cú de quem tá assustado pegue fogo, porque eu realmente sou mais e muito mais eu! Sede de viver e ser feliz sem precisar de secundários para tal. Em paz com a minha mente, e seguindo vou em frente.


Estou em paz.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Wasting or wining some time

Procurando imagens a postar... alguma que me ajude a tirar o peso do silêncio, que me ajude a definir melhor o meu ponto de vista sobre o que eu pretendo decorrer. Coloco no play aquilo que alguém do outro lado e de alguma forma saberia que tocaria alguém como eu, em um dia justamente como esse. Pensamentos vem e vão mas eu não posso me livrar do meu tormento!
Um chocolate, talvez dois ou três... goles de coca-cola.
O que me espanta não é o fato de não ter um futuro planejado, porque eu realmente não me importo quanto a isso, mas a maneira em que eu consigo na prática resolver meus problemas, diferente da matemática, que sempre me paralisou e deixou-me até então e tantas vezes estática, perplexa, e cauterizou a minha mente... errando ou não eu não acho mais que desenvolver meu raciocínio lógico seja bom pra mim - se há alguém aqui que gosta, que me desculpe... mas eu realmente não sento na mesa da apologia à concentração -
Não cresci me acostumando com a presença de uma outra pessoa do sexo oposto e ser tão desencanada em relação a vida muitas vezes me prejudica... mas a gente nasce assim, é difícil mudar.
As vezes acredito que até valha a pena tentar mudar no que não me faz bem, para aquilo que poderia me fazer melhor, só que nasci no século passado, e além de antiquada sou orgulhosa... não acho que me anular para a modificação qualquer que seja ela vá me trazer algum tipo de beneficiência. A verdade é que eu não quero mudar. Eu quero apenas evoluir... ser um bom ser humano, usar o dom que Deus me deu independente de qual seja ele, preciso e vou descobrir. Quero fazer o bem de alguma maneira, depois eu penso se fazer o bem pode ser aplicado em abaixar minha crista pra fazer alguém feliz... deixar que a minha vontade não seja feita.
Tenho algumas outras prioridades... mas confesso que estou impaciente (não sei se seria essa a palavra) por esperar alguns resultados e outrora não obtê-los. Ter a convicção de que eu nem sempre vou ter tudo o que quero, apesar de muitas vezes conseguir.
Um jogo perdido... mas não a guerra. Passa, tempo.